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MARCAS

Classes de registro de marca no INPI: por que a escolha errada custa caro

Por Conta de Volta · Publicado em 10 de outubro de 2026

No INPI, a marca não é protegida de forma geral. Ela é registrada para uma ou mais classes, que correspondem ao que você vende ou ao serviço que presta. Errar a classe é um dos motivos mais comuns de proteção que não protege.

Como funcionam as classes

O Brasil adota a classificação internacional de Nice, que reúne 45 classes: da 1 à 34 estão os produtos, e da 35 à 45, os serviços. Cada pedido de registro indica a classe e a especificação do que será assinalado pela marca.

Por que a classe errada é um problema

Uma mesma marca em várias classes

Quem vende produto e também presta serviço, ou tem loja física e e-commerce, muitas vezes precisa pensar em mais de uma classe. Isso não significa registrar tudo por precaução: cada classe é um pedido, com taxa própria, e só vale a pena proteger o que o negócio realmente faz ou pretende fazer em breve.

O que observar antes de decidir

A descrição precisa dos produtos e serviços, o canal de venda e o plano de expansão definem as classes. Também é prudente conferir se há marcas parecidas nas classes escolhidas e nas vizinhas, antes de depositar.

Em resumo: a classe define o alcance da sua proteção. Escolher com base na atividade real evita gastar com taxa e ficar sem exclusividade onde importa.

Como a Conta de Volta pode ajudar

Fazemos a análise prévia do seu caso, sem custos, e indicamos o caminho mais seguro antes de você gastar com taxas. Na Conta de Volta, se o registro for indeferido, o segundo pedido sai sem honorários. A isenção não inclui as taxas do INPI e segue as condições informadas na contratação. Não há garantia de resultado, pois a decisão final é sempre do INPI ou da Justiça.

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